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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Voluntários fazem ''limpeza'' na região do Vaca Brava

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O movimento Limpa Brasil, no seu último dia de coleta voluntária de lixo reciclável em Goiânia, recolheu, na região do Parque Vaca Brava, mais de 100 sacos de mil litros de resíduos descartados em condomínios, shopping e ruas do Setor Bueno. A ação, que teve início na quinta-feira (25), contou com a ajuda de 100 mil pessoas e, segundo a coordenadora regional do projeto, Gabriela Arão, já totalizou ao menos 60 toneladas de lixo que serão destinadas às oficinas de reciclagem da capital.

O Limpa Brasil – uma das maiores iniciativas sociais do mundo – convidou a população para participar da limpeza voluntária do espaço público. Os estudantes de escolas municipais, faculdades e universidades foram orientados a integrar a ação da coleta do lixo, além também do desenvolvimento de atividades ambientais. O material recolhido pôde ser entregue em 24 pontos de coleta na cidade.

Além dos 50 universitários que se reuniram ontem, muitas pessoas que passaram pelo local resolveram aderir ao trabalho realizado na data em que se comemora o Dia Nacional da Limpeza Urbana. A estudante Bárbara Vieira, 19 anos, se interessou pelo trabalho vdesde que ficou sabendo que o movimento aconteceria em Goiânia. “É boa iniciativa para conscientizar a po­pulação principalmente dos setores mais consumistas.”

O ecoponto foi instalado no Vaca Brava com apoio Projeto Rondon, justamente para atingir a população que mais consome e consequentemen­te produz maior quantidade de lixo. Além disso, o Rondon Goiás contou com o apoio de diversas empresas de publicidade que doaram banners para a confecção de sacolas ecológicas. No local uma oficina de produção de ecobags ensinou mulheres a confeccionarem as próprias bolsas.

O principal objetivo é substituir as tradicionais sacolinhas de supermercado pelas bolsas reutilizáveis e resistentes. A dona de casa Maria Alves da Conceição, 58, foi uma das participantes da oficina. Ela avalia como desperdício pegar sacolinha de plástico para cada item que adquire no supermercado. “Depois que a gente faz a primeira é fácil de fazer outras.”

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Vacine já ! campanha de vacinação contra paralisia infantil termina hoje

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Meta é atingir 95% da população de zero a 5 anos. Já a campanha de imunização contra o sarampo prossegue até o dia 16 de setembro nas unidades de saúde

A campanha de vacinação contra a poliomielite, que foi prorrogada, termina hoje, sexta-feira, dia 26, em Goiânia. A meta proposta pelo Ministério da Saúde no município é vacinar 95 % das crianças menores de cinco anos (90.227). Até quarta-feira, a campanha realizada havia conseguido atingir 92% da população, ou seja, 83.333 crianças.

A vacinação continua sendo feita nas Unidades de Saúde. Os Centros de Atendimento Integral à Saúde (Cais) e Centros Integrados de Assistência Médico Sanitária (Ciams) funcionam das 8 às 18 horas. No Ciams Setor Pedro Ludovico Teixeira, o atendimento vai ser feito até as 21 horas. Já nas Unidades de Atenção Básica à Saúde da Família vão estar em funcionamento das 8 às 15h30.

O objetivo da campanha é promover a proteção coletiva da comunidade através da circulação do vírus vacinal da poliomielite. A doença, conhecida popularmente como paralisia infantil, é altamente contagiosa e afeta principalmente as crianças. Se não for tratada, pode causar paralisia muscular e deformações no corpo. A doença pode ser evitada através da vacinação.

Por isso, os pais devem levar os filhos às unidades de saúde para tomar a dose da vacina sabin contra a pólio, não se esquecendo de levar o cartão de vacina. As crianças que estiverem com o cartão em atraso poderão atualizá-lo. As doses da gotinha estão disponíveis nas unidades de saúde para crianças menores de 5 anos, com exceção das que foram vacinadas entre os dias 1º e 13 de agosto, daquelas que apresentam reações aos componentes da vacina, crianças imunologicamente deficientes e portadoras de infecções agudas.

A campanha de vacinação contra o sarampo também segue nas unidades e vai até o dia 16 de setembro. Todas as crianças com idades entre 1 e 6 anos deverão receber a vacina da tríplice viral.

Experiência de coleta seletiva em Goiânia será compartilhada com outras prefeituras

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Divulgação do trabalho será feita com o documentário exibido nesta quarta-feira, no Salão Nobre do Paço Municipal, ao prefeito Paulo Garcia e membros de cooperativas de reciclagem

A experiência bem-sucedida do Programa de Coleta Seletiva de Goiânia poderá ser compartilhada com prefeituras de todo o País. Isso será possível graças ao documentário "Recoopet – A natureza ganha, você também", uma realização da Refrescos Bandeirantes, empresa do Grupo José Alves e fabricante dos produtos Coca-Cola em Goiás e Tocantins. A produção do vídeo também contou com o apoio da Prefeitura de Goiânia, da Universidade Federal de Goiás (UFG) e do Banco do Brasil, que também são parceiros no trabalho de Coleta Seletiva em Goiânia.

Além de explicar como funciona o programa, o documentário apresenta uma série de depoimentos de pessoas que participaram da implantação da Coleta Seletiva em Goiânia, e de catadores que foram beneficiados.

Para o prefeito Paulo Garcia, que acompanhou a exibição e ganhou uma cópia do vídeo, o documentário mostra bem a abrangência e o sucesso do Programa de Coleta Seletiva de Goiânia. "Não tenho dúvidas de que o nosso programa servirá, como já tem sido em outras cidades, servirá de modelo para muitas outras prefeituras. Por isso, como prefeito de Goiânia, uma cidade que se mostra sempre à frente quando a questão é o meio ambiente, só posso parabenizar imensamente a empresa Refresco Bandeirantes, fabricante dos produtos da Cola-Cola em nosso Estado, pela produção desse documentário e pela parceria que vem mantendo com nosso governo. Tal iniciativa mostra que é uma empresa que realmente se preocupada com o desenvolvimento da comunidade onde está instalada", afirmou o prefeito.

O vice-presidente de Assuntos Coorporativos do Grupo José Alves, Beyle de Abreu Freitas, explica que cópias do documentário serão encaminhadas para escolas públicas e para prefeituras de cidades onde haja a atuação de empresas representantes da Coca-Cola. "Assim, outros municípios podem conhecer esse programa que já tem servido como modelo para outros municípios", esclarece Beyle. De acordo com o representante do Grupo José Alves, além do fornecimento de equipamentos de proteção individual (EPIs) para a realização do trabalho dos catadores, a empresa auxilia com treinamento e outras ações, a gestão das cooperativas e associações de catadores de material reciclável de Goiânia.

Esse trabalho também é feito por outros parceiros como a UFG, o Bando do Brasil e a Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) Vida Melhor, coordenada pelo professor Jorge Moreira, um dos idealizadores e implantadores do Programa de Coleta Seletiva.

Inclusão social
Beyle lembra que um grande problema vivido por comunidades em todo mundo nos dias de hoje é a questão do recolhimento e tratamento da grande quantidade de resíduos sólidos gerados pela sociedade Moderna. “Antes desse programa da Coleta Seletiva, esses resíduos eram tratados como lixo e sua destinação era um problema com necessidade de criação de lixões e aterro sanitário. Agora, com o tratamento desse material dado pelas cooperativas dos catadores esses resíduos passaram a ter um valor comercial. Portanto, além de uma destinação adequada desses resíduos, o programa promove também a inclusão social de pessoas que até então eram consideradas meros catadores de lixo”, avalia.

Para Dulce Helena do Vale, presidente da Cooper Rama, uma das primeiras a se cadastrarem no Programa de Coleta Seletiva de Goiânia, a valorização dos catadores de material reciclável foi sem dúvida um dos maiores ganhos sociais proporcionado por essa ação da Prefeitura. “Além da importância para o meio ambiente, com a conscientização da população, o programa trouxe outras conquistas que foram a organização das cooperativas e a associação de catadores, o estabelecimento de um dialogo continuo entre os catadores e o poder público municipal, e o reconhecimento da nossa categoria pela sociedade”, destaca.

Três anos de coleta seletiva
Implantado há três anos, o Programa Coleta Seletiva de Goiânia é coordenado pela Companhia de Urbanização de Goiânia (Comug) e, em seu primeiro ano de existência, eram recolhidas cerca de 100 toneladas por mês de material reciclável e apenas uma cooperativa e 20 famílias eram cadastradas. Hoje são 1.850 toneladas mensais recolhidas e a cobertura do Programa é de 100% dos bairros da Capital. Atualmente são 12 cooperativas e quase 300 famílias sobrevivendo do lucro desse negócio.
Além do prefeito Paulo Garcia, também acompanharam a exibição do documentário membros de cooperativas de reciclagem, e várias autoridades municipais entre elas o presidente da Comurg, Luciano de Castro; o presidente da Agência Municipal de Meio Ambiente, Pedro Henrique Gonçalves; o titular da Agência Municipal de Trânsito, Transporte e Mobiliade (AMT), Miguel Tiago; e a secretária municipal de Assistência Social, vereadora Célia Valadão.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Greve de médicos pode deixar 3 mil sem consultas hoje

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Pelo menos 1,2 mil médicos da rede municipal de saúde entram em greve hoje por tempo indeterminado. A paralisação vai cancelar as consultas agendadas pelos usuários do sistema público através do Teleconsulta e deixará ao menos três mil pessoas por dia sem atendimento. Apenas os serviços de urgência e emergência serão oferecidos pela categoria médica nos centros de saúde municipais. A informação foi repassada pelo Sindicato dos Médicos de Goiás (Simego).

Mesmo sem o posicionamento da Secretaria Municipal de Saúde com relação ao número de usuários que poderão ser prejudicados, na tarde de ontem a reportagem tentou agendar consulta pelo Teleconsulta e não obteve sucesso. A atendente não soube informar se as consultas seriam prejudicadas com a possibilidade da greve e mesmo assim buscou possível horário de atendimento.

A resposta foi negativa. Não havia mais horários disponíveis nos centros municipais de saúde de Goiânia. Por isso, mesmo sem a greve os pacientes costumam ter de esperar dias. A informação repassada foi de que dentro de pelos menos uma semana não haveria horários disponíveis. A alternativa seria aguardar alguma possível desistência.

Reivindicações
Os médicos reivindicam melhores condições de trabalho, remuneração de acordo com piso da Federação Nacional de Médico (Fenam), participação no a­gendamento de consultas, contratação e nomeação de médicos nos cargos de direção técnica.

A decisão de paralisar as consultas foi tomada no dia 17. Após assembleia geral realizada na sede do Conselho Regional de Medicina de Goiás (Cremego), os médicos enviaram as reinvidicações ao secretário municipal de Saúde, Elias Rassi Neto. Porém, o secretário descartou a possibilidade de adotar o piso salarial reivindicado e ainda afirmou que a SMS tem elevados gastos com pagamento de pessoal.

Em nota a Cremego informou que considera a paralisação legítima e ética. Ainda ressaltou que o ato não caracteriza infração ética, desde que mantidos os atendimentos de urgência e emergência.

Problemas continuam
O problema de falta de material nos Cais, já denunciado pelo Cremego, foi constatado mais uma vez na tarde de ontem. O Cais do Novo Mundo, região leste de Goiânia, apresentava falta de insumos médicos para curativo. A estudante Vanessa dos Santos Meira, 16 anos, esteve ontem no local para cuidar de ferimento na perna direita e teve de procurar outro local para receber o tratamento. “Me falaram que aqui não tem material. Preciso fazer a limpeza do machucado todos os dias.”

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Audiência vai discutir problemas da merenda escolar brasileira

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A qualidade da merenda escolar distribuída aos alunos das escolas públicas brasileiras será discutida em audiência pública da Comissão de Educação e Cultura nesta terça-feira (23). O debate foi proposto pela presidente da comissão, deputada Fátima Bezerra (PT-RN), e pela deputada Professora Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO), com base em denúncias do programa Fantástico, da Rede Globo.

A equipe do Fantástico visitou mais de 50 escolas públicas de cinco estados (São Paulo, Goiás, Rio Grande do Norte, Paraíba e Bahia) e constatou problemas como a falta de merenda e de higiene na armazenagem dos alimentos. As refeições também não supriam as necessidades mínimas nutricionais dos estudantes. Além disso, foram apresentadas denúncias de corrupção em contratos de terceirização da merenda.

Na audiência, as deputadas esperam discutir formas de melhorar a fiscalização e o controle social do uso dos recursos da merenda. “O Ministério da Educação repassa o dinheiro, mas o controle e a fiscalização ocorrem lá na ponta, nos municípios e nos estados, por meio dos conselhos de alimentação”, diz Fátima Bezerra. “Nós precisamos estabelecer um sistema de monitoramento e de fiscalização. Infelizmente, a gente não tem visto como isso está sendo planejado pelo governo federal, pelos estados e pelos municípios. Nossa responsabilidade é construir uma estrutura para que o dinheiro, que já é pouco, chegue e seja aplicado de maneira correta”, completa Professora Dorinha.

Orçamento

Atualmente, a União repassa a estados e municípios, dentro do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), R$ 0,30 por dia para cada aluno matriculado em turmas de pré-escola, ensino fundamental, ensino médio e educação de jovens e adultos. As creches e as escolas indígenas e quilombolas recebem R$ 0,60 por aluno e as escolas de ensino integral, R$ 0,90.

O orçamento do programa para este ano é de R$ 3,1 bilhões. O objetivo é beneficiar 45,6 milhões de estudantes da educação básica e de jovens e adultos. Desse valor, 30% devem ser investidos na compra direta de produtos da agricultura familiar.

O investimento dos recursos deve ser acompanhado pela sociedade, pelos conselhos de alimentação, pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), pelo Tribunal de Contas da União (TCU), pela Secretaria Federal de Controle Interno (SFCI) e pelo Ministério Público.
Gustavo Lima
Profª Dorinha Seabra
Professora Dorinha: fiscalização não pode depender só da CGU.

A Controladoria-Geral da União (CGU), que ajuda a fiscalizar como o dinheiro é empregado, promove auditorias em municípios que são sorteados, mas não possui uma estimativa sobre o total de recursos desviados.

O que existem são exemplos de irregularidades, como a compra, pela prefeitura de Pimenta Bueno (RO), de frangos em quantidade suficiente para alimentar os alunos durante um ano inteiro, sendo que as escolas não tinham freezer para armazenar o produto. A CGU também constatou casos de superfaturamento e de escolas que não oferecem a merenda, por não receber os alimentos da prefeitura. Também já foram encontrados alimentos estragados ou fora do prazo de validade.

domingo, 21 de agosto de 2011

Goiânia amanhece com tempo frio

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O frio que já havia chegado em vários lugares do país, finalmente chegou em Goiânia neste domingo (21). O dia amanheceu nublado com 16ºC e umidade 88% e está previsto para os últimos dias uma temperatura mais baixa. Devido ao clima que estamos passando é um veneno para a saúde, ao mesmo tempo que está quente logo esfria, assim o corpo não acompanha o rítmo do tempo e pode acabar trazendo alguns riscos prejudiciais à Saúde. Então não se esqueça, ao sair de casa levar algum agasalho.
 

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